Tão simples de se ver o que ninguém mais enxerga, tão facilmente se diz o que sempre se quer. Grande é essa minha utopia. Minha divagação sem sentido, mas que é presente em todos s cantos de qualquer vida miserável. A ilusão.
Ela sim, alegra nossos dias, essa razão de viver massacrante.
Tão simples essa minha existência, essa linha das coincidências que vão tomando sua forma. Desenhando minha história.
E toda forma de viver, torna-se real. Seu peso é sentido em nossos ombros.
Para o nosso deleite, seu gosto é sentido em nossos lábios. Um sabor único.
Torna-me nada. Um nada em meio à lã que terce o tecido da vida.
Sou simples, perante o que há de vir. Sou inteira, para caminhar quantas léguas forem.
Sou grata, por ver o que vi. Por provar dessas coincidências que emergem das rachaduras dos dias.
Ela sim, alegra nossos dias, essa razão de viver massacrante.
Tão simples essa minha existência, essa linha das coincidências que vão tomando sua forma. Desenhando minha história.
E toda forma de viver, torna-se real. Seu peso é sentido em nossos ombros.
Para o nosso deleite, seu gosto é sentido em nossos lábios. Um sabor único.
Torna-me nada. Um nada em meio à lã que terce o tecido da vida.
Sou simples, perante o que há de vir. Sou inteira, para caminhar quantas léguas forem.
Sou grata, por ver o que vi. Por provar dessas coincidências que emergem das rachaduras dos dias.
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