Pelo acaso me embrenho.
Em meio a sua relva me enrolo.
Pelo acaso sou. Simplesmente, sou.
Só por ele conheço aqueles que me fazem inteira.
Um acaso a aula de música na sétima série.
Acaso foi o Yoga no terceiro ano.
meu lugar em uma sala gigante.
uma novata na segunda semana de aula.
Tudo acaso.
Culpa do acaso minha felicidade. E por outro acaso meu entristecer.
é por acaso que construo meus dias.
traço meus planos.
Um acaso gigantesco o meu nascer.
Acaso será meu morrer.
Acaso ao acordar. E ao ir dormir, há um acaso sem fim.
Em um acaso vivo, um caledoscópio infinito.
Através do acaso o mundo se molda na minha frente.
Entre os acasos a mente se transforma.
E nesse acaso, lugar onde tudo acontece, que mais e mais se quer.
Se pede muito do acaso, sem saber que o acaso está dentro, não fora.
O acaso não é comunitário, ele é pessoal.
Nunca conheci esse tal de acaso, nunca vi seu rosto.
Mas o sinto, e é ele que nos faz ter esperanças.
Em meio a sua relva me enrolo.
Pelo acaso sou. Simplesmente, sou.
Só por ele conheço aqueles que me fazem inteira.
Um acaso a aula de música na sétima série.
Acaso foi o Yoga no terceiro ano.
meu lugar em uma sala gigante.
uma novata na segunda semana de aula.
Tudo acaso.
Culpa do acaso minha felicidade. E por outro acaso meu entristecer.
é por acaso que construo meus dias.
traço meus planos.
Um acaso gigantesco o meu nascer.
Acaso será meu morrer.
Acaso ao acordar. E ao ir dormir, há um acaso sem fim.
Em um acaso vivo, um caledoscópio infinito.
Através do acaso o mundo se molda na minha frente.
Entre os acasos a mente se transforma.
E nesse acaso, lugar onde tudo acontece, que mais e mais se quer.
Se pede muito do acaso, sem saber que o acaso está dentro, não fora.
O acaso não é comunitário, ele é pessoal.
Nunca conheci esse tal de acaso, nunca vi seu rosto.
Mas o sinto, e é ele que nos faz ter esperanças.