
"As perguntas surgem, elas eclodem da minha mente, eu não quero pensar."
Pensar é realmente uma atividade atormentadora. Pensar gera dúvidas.
mas pensando bem,
Eu me pergunto sobre aquilo que faço, sobre aquilo que eu acredito... e isso pode ser um grande erro.
Visto que, o quentinho da comodidade pode ser bem melhor que qualquer outra forma que eu possa assumir (?)
mas voltando a pensar bem,
minhas concepções e ideais podem se manter intactos, mesmo com as informações que eu for adquirindo. Tudo pode permanecer da mesma forma, é só não estourar a bolha.
Mas se eu não mudar, do que vou lembrar? Mas o que são nossas lembranças, senão um emaranhado de fatos que nos perseguem a vida inteira.
Enfim,
nossa memória é fugaz, e leviana. Ela está sempre em constante mudança e comentando infantis enganos. Não devemos confiar na memória.
Não devemos confiar em nossas verdades, elas podem ser fruto dessa memória fajuta. Elas podem ser fruto da nossa outra personalidade, da nossa dualidade.
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